Olá amigos,
Hoje vamos
compartilhar um material grafico recebido de uma grande amiga que trata da
desencarnação do espírito de Dimas. Este processo está contido no livro Obreiros
da Vida Eterna, capítulo 13, intitulado “Companheiro Libertado”, do autor
espiritual André Luiz e psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Ressaltamos
que o processo abaixo não é regra geral, mas sim UM DOS CASOS existentes e
trazidos pela Espiritualidade Maior para esclarecimento geral, sendo que, cada
um morre como vive, ou seja, cada um terá, na generalidade, a sua desencarnação de acordo com o
que fez enquanto viveu encarnado. Isso se chama JUSTIÇA DIVINA.
Abaixo seguem
as figuras de uma revista espírita de nome desconhecido que foram transformadas
em formato digital para apreciação de todos, além da descrição do trecho
pertinente contido na obra citada. Acompanhe (clique com o botão direito na figura e selecione "Salvar Imagem Como" para fazer download no seu computador e aumentar o zoom):
(...) No recinto, permanecemos os três apenas.
Dimas,
experimentando indefinível bem-estar no regaço materno, parecia esquecer,
agora, todas as mágoas, sentindo-se amparado como criança semi-inconsciente, quase
feliz. Ordenou Jerônimo que me conservasse vigilante, de mãos coladas à fronte
do enfermo, passando, logo após, ao serviço complexo e silencioso de magnetização.
Em primeiro lugar, insensibilizou inteiramente o vago, para facilitar o
desligamento nas vísceras. A seguir, utilizando passes longitudinais, isolou
todo o sistema nervoso simpático, neutralizando, mais tarde, as fibras
inibidoras no cérebro. Descansando alguns segundos, asseverou:
—
Não convém que Dimas fale, agora, aos parentes. Formularia, talvez, solicitações
descabidas. Indicou o desencarnante e comentou, sorrindo:
—
Noutro tempo, André, os antigos acreditavam que entidades mitológicas cortavam
os fios da vida humana. Nós somos Parcas autênticas, efetuando semelhante
operação...
E
porque eu indagasse, tímido, por onde iríamos começar, explicou-me o orientador:
— Segundo você sabe, há três regiões
orgânicas fundamentais que demandam extremo cuidado nos serviços de liberação
da alma: o centro vegetativo, ligado ao ventre, como sede das manifestações
fisiológicas; o centro emocional, zona dos sentimentos e desejos, sediado no
tórax, e o centro mental, mais importante por excelência, situado no cérebro.
Minha curiosidade intelectual era enorme. Entendendo, porém, que a hora não comportava longos esclarecimentos, abstive-me de indagações. Jerônimo, todavia, gentil como sempre, percebeu-me o propósito de pesquisa e acrescentou:
—
Noutro ensejo, André, você estudará o problema transcendente das várias zonas
vitais da individualidade.
Aconselhando-me
cautela na ministração de energias magnéticas à mente do moribundo, começou a
operar sobre o plexo solar, desatando laços que localizavam forças físicas. Com espanto, notei que certa porção de
substância leitosa extravasava do umbigo, pairando em torno. Esticaram-se os
membros inferiores, com sintomas de esfriamento.
Dimas
gemeu, em voz alta, semi-inconsciente.
Acorreram
amigos, assustados. Sacos de água quente foram-lhe apostos nos pés. Mas, antes
que os familiares entrassem em cena, Jerônimo, com passes concentrados sobre o tórax, relaxou os elos que mantinham a
coesão celular no centro emotivo, operando sobre determinado ponto do coração,
que passou a funcionar como bomba mecânica, desreguladamente. Nova cota de substância
desprendia-se do corpo, do epigastro à garganta, mas reparei que todos os
músculos trabalhavam fortemente contra a partida da alma, opondo-se à
libertação das forças motrizes, em esforço desesperado, ocasionando angustiosa
aflição ao paciente. O campo físico oferecia-nos resistência, insistindo pela
retenção do senhor espiritual.
Com
a fuga do pulso, foram chamados os parentes e o médico, que acorreram,
pressurosos. No regaço maternal, todavia, e sob nossa influenciação direta,
Dimas não conseguiu articular palavras ou concatenar raciocínios.
Alcançáramos o coma, em boas condições.
O Assistente estabeleceu reduzido tempo de descanso, mas volveu a intervir no cérebro. Era a última etapa. Concentrando todo o seu potencial de energia na fossa romboidal, Jerônimo quebrou alguma coisa que não pude perceber com minúcias, e brilhante chama violeta-dourada desligou-se da região craniana, absorvendo, intantaneamente, a vasta porção de substância leitosa já exteriorizada. Quis fitar a brilhante luz, mas confesso que era difícil fixá-la, com rigor. Em breves insntantes, porém, notei que as forças em exame eram dotadas de movimento plasticizante.
A chama mencionada transformou-se em maravilhosa cabeça, em tudo idêntica à do nosso amigo em desencarnação, constituindo-se, após ela, todo o corpo perispiritual de Dimas, membro a membro, traço a traço. E, à medida que o novo organismo ressurgia ao nosso olhar, a luz violeta-dourada, fulgurante no cérebro, empalidecia gradualmente, até desaparecer, de todo, como se representasse o conjunto dos princípios superiores da personalidade, momentaneamente recolhidos a um único ponto, espraiando-se, em seguida, através de todos os escaninhos do organismo perispirítico, assegurando, desse modo, a coesão dos diferentes átomos, das novas dimensões vibratórias.
Dimas-desencarnado elevou-se alguns palmos
acima de Dimas-cadáver, apenas ligado ao corpo através de leve cordão prateado,
semelhante a sutil elástico, entre o cérebro de matéria densa, abandonado, e o
cérebro de matéria rarefeita do organismo liberto.
A genitora
abandonou o corpo grosseiro, rapidamente, e recolheu a nova forma, envolvendo-a
em túnica de tecido muito branco, que trazia consigo.
Para os
nossos amigos encarnados, Dimas morrera, inteiramente. Para nós outros, porém,
a operação era ainda incompleta. O Assistente deliberou que o cordão fluídico
deveria permanecer até ao dia imediato, considerando as necessidades do “morto”,
ainda imperfeitamente preparado para desenlace mais rápido. (...)
Leia o capítulo completo para maiores esclarecimentos. Boa leitura! Abraço a todos!
Leia o capítulo completo para maiores esclarecimentos. Boa leitura! Abraço a todos!





